A verdade é que eu sempre gostei de crianças, quando era criança o que eu mais gostava era de brincar de boneca. E cuidava como se fosse filha mesmo, levava aonde fosse com a bolsa de fraldas e bebê conforto. Mas nunca tive contato com bebês/crianças de verdade, sempre fui uma das mais novas da família. Foi só em 2008 que tive contato, com a filha de um primo. E meu coração derreteu
Eu e a minha irmã, visitávamos ela praticamente uma vez por semana, e passávamos a tarde com ela. Era muito bom, eu adorava brincar com ela e ver como ela aprendia rápido as coisas. Pra mim era incrível ver como aquela "pessoinha" mudava tanto de uma semana para a outra. Depois conheci meu namorado e na família dele também tinha crianças, mais tarde ganhei mais duas priminhas. E eu sempre gostei de passar tempo com eles, reforçando a minha escolha pelo au pair.
Estava pra me formar, já pensando em logo na sequencia viajar. Inclusive, meu trabalho de conclusão de curso foi um produto para crianças, ou seja foi um ano imersa no mundo deles. No fim das contas, não fui atrás das coisas me formei e estava lá, diploma na mão e nem sequer tinha ido em uma agência ver a questão do intercambio. Passei uns 6 meses no "limbo", tinha que preparar meu currículo e portifólio para poder buscar trabalho, tinha que dar início ao processo do au pair, mas emocionalmente é uma fase complicada, com mudanças e o enfrentamento da vida adulta. Mas depois que as coisas desses 6 mesesas coisas se encaminharam: comecei a trabalhar e fui em uma agência pois estava decidida: seria au pair!


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